O Pinstagram funciona essencialmente como o Instagram, com o aspecto do Pinterest
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O Pinstagram funciona essencialmente como o Instagram, com o aspecto do Pinterest

Pinstagram = Pinterest + Instagram

Pergunta: o que aconteceria se os principais produtos de duas das "start-ups" tecnológicas mais em voga se fundissem num só?

Dois amigos programadores, um fim-de-semana e um desafio fanfarrão foram suficientes para criar um novo espaço de partilha na rede – o Pinstagram. O nome está bem escrito e esse novo espaço é mesmo o que parece: uma fusão dos populares Pinterest e Instagram.

Pek Pongpaet e Brandon Leonardo, que trabalham juntos na Tapisto, uma empresa de Silicon Valley que trabalha com aplicações móveis, decidiram, por brincadeira, dar resposta à seguinte pergunta: o que aconteceria se os principais produtos de duas das "start-ups" tecnológicas mais em voga se fundissem num só? 

Aceitaram o desafio por piada e sentaram-se ao computador para criar um “Pinterest para Instagram” – ou, como eles preferiram chamar-lhe, um “Pinstagram”. O resultado foi uma versão do Instagram, uma rede de partilha de fotografias, com o aspecto do Pinterest, uma rede que permite guardar e organizar conteúdos multimédia por "pinboards". 

No Pinstagram, a interacção com as fotografias distribuídas em cascata na página dos utilizadores, depois de assinaladas como favoritas (como no Pinterest), é feita com “gostos” e comentários e partilhas (como no Instagram).

“Este é a interface para Instagram perfeito para mim”, disse Pek Pongpaet, ao Mashable. Pek Pongpaet acredita que a nova cara que deu ao Instagram preenche um vazio deixado pelo ecossistema original da aplicação móvel – que no mês passado foi comprada pelo Facebook por mil milhões de dólares (70% desta quantia negociada em acções da rede social).

Esta interface permite uma navegação mais fácil no computador do que no telemóvel. A pesquisa também foi melhorada pela dupla, mas o Pinstagram funciona essencialmente como o Instagram (inclusive através das contas de utilizadores desta aplicação). O site não está livre de erros e nem sequer é a primeira fusão dos dois serviços – em Março, o programador italiano Gennaro Varriale criou, também num fim-de-semana, algo parecido: o Pingram.