De escritor e jornalista… a político

Perfil: Francisco José Viegas, secretário de Estado da Cultura

Viegas redigiu o esboço do programa do PSD para a cultura
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Viegas redigiu o esboço do programa do PSD para a cultura Pedro Cunha

Francisco José Viegas, o escolhido de Passos Coelho para o cargo de secretário de Estado da Cultura do XIX Governo constitucional, nasceu a 14 de Março de 1962 na aldeia do Pocinho, em Vila Nova de Foz Côa.

Licenciado em Estudos Portugueses, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Francisco José Viegas é actualmente director escritor e director da revista “LER”

Até 1987, Viegas dedicou-se ao ensino. Na Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora foi assistente de Linguística. Mas foi ao jornalismo que dedicou a sua carreira. Integrou as redacções de vários jornais e revistas portugueses, como o “Jornal de Letras”, o “Expresso”, o “Semanário”, “O Jornal”, o “Se7e”, o “Diário de Notícias”, “O Independente”, o “Record” e a “Visão”.

Ainda no jornalismo, foi director da revista “Grande Reportagem”, trabalhou na Antena 1 e deu a cara na televisão em vários programa, especialmente dedicados à literatura como o “Escrita em Dia”, “Ler para Crer”, “Primeira Página”, “Avenida Brasil”, “Prazeres”, “Um Café no Majestic” e “Livro Aberto”.

Paralelamente à vida de jornalista, Francisco José Viegas dedica-se à literatura, destacando-se na poesia. As suas obras não estão só publicadas em Portugal como na Alemanha, no Brasil e na França. Entre os seus livros estão “As Duas Águas do Mar”, “Um Céu Demasiado Azul”, “Morte no Estádio”, “Um Crime na Exposição”, “Um Crime Capital”, “Lourenço Marques” e “Longe de Manaus”.

Na política, o escritor foi cabeça de lista do PSD em Bragança, onde ganhou a eleição e foi o responsável pelo primeiro rascunho do programa do PSD para a área da cultura.