Carreira no cinema começou em 1942

Algumas das cenas dos filmes de Elizabeth Taylor

Elizabeth Taylor é responsável pela beleza com que Cleópatra povoa o imaginário popular
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Elizabeth Taylor é responsável pela beleza com que Cleópatra povoa o imaginário popular DR

Uma das caras mais emblemáticas de Hollywood saiu definitivamente de cena. Elizabeth Taylor faleceu aos 79 anos, deixando uma filmografia com títulos marcantes desde a estreia, em 1942. Foi cinco vezes nomeada para Óscar; ganhou dois. Em 1993, foi distinguida com o Jean Hersholt Humanitarian Award.

O auge da carreira da actriz coincidiu com a fase final da época dourada de Hollywood, nas décadas de 1950 e 1960. Cleópatra, a grande produção assinada por Joseph L. Mankiewicz, é o mais popular dos filmes protagonizados por Elizabeth Taylor, que conheceu o realizador ainda adolescente, em Cannes.

Juntos, fizeram primeiro Bruscamente no Verão Passado, que valeu a Taylor uma das cinco nomeações aos Óscares. Mas foi com Cleópatra que fizeram história, tanto a do cinema como a do mundo: à lendária sensualidade e decisão da rainha do Nilo, conhecedora de segredos de beleza avançados para a sua época, o séc. I a.C., Liz adicionou os traços físicos impolutos de uma estrela; o resultado foi uma mulher ímpar para o imaginário colectivo.

Abaixo pode recordar alguns dos filmes de referência na obra de Elizabeth Taylor – excepto Cleópatra, todos os outros valeram à actriz nomeações aos Óscares. Venceu duas estatuetas douradas, primeiro com BUtterfield 8, de Daniel Mann, e depois com Quem Tem Medo de Virginia Woolf?, de Mike Nichols.

Quem Tem Medo de Virginia Woolf?

(Mike Nichols, 1966)

Cleópatra

(Joseph L. Mankiewicz, 1963)

BUtterfield 8

(Daniel Mann, 1960)

Bruscamente no Verão Passado

(Joseph L. Mankiewicz, 1959)

Gata em Telhado de Zinco

Quente (Richard Brooks, 1958)

A Árvore da Vida

(Edward Dmytryk, 1957)