Corpo de Carlos Castro ficará em Nova Iorque

O corpo do cronista social Carlos Castro, encontrado morto no seu quarto de hotel em Nova Iorque esta madrugada, não será trasladado para Portugal, soube o PÚBLICO junto de fonte da família.

Nos próximos dias, a família tornará públicos os detalhes de uma cerimónia de homenagem ao jornalista, que morreu aos 65 anos, a decorrer em Lisboa.

O jornalista deixara no passado expressa a sua vontade de que seus os seus restos mortais permanecessem em Nova Iorque e a família vai respeitar os seus desejos. Já em 2006, em entrevista à Pública, o cronista dizia que a sua cidade de eleição era Nova Iorque e que após a sua morte e cremação, desejava que as suas cinzas fossem espalhadas na cidade norte-americana.

Carlos Castro deu entrada no hotel Intercontinental de Nova Iorque a 29 de Dezembro, acompanhado pelo modelo português Renato Seabra, de 20 anos - um dos doze finalistas do programa da SIC "À Procura do Sonho Face Model Of The Year", que terminou em Setembro passado.

Segundo Luís Pires, amigo de Carlos Castro e jornalista ex-correspondente da SIC nos Estados Unidos, ambos foram passar o fim-de-ano a Nova Iorque. O modelo é o principal suspeito do homicídio cometido no 34º andar do hotel nova-iorquino, tendo sido detido no Hospital Roosevelt, onde se apresentou com cortes nos pulsos resultantes de uma suposta tentativa de suicídio, como contou Luís Pires à Lusa. De acordo com a TVI, o modelo terá já sido transferido para a divisão psiquiátrica de um outro hospital nova-iorquino, onde se encontrará detido.

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