literacia mediática
“Vamos fazer um plano”. Mas primeiro fazemos uma formação para professores
ACD “O jornal como recurso pedagógico V”, no dia 4 de Novembro, entre as 16h00 e as 19h00, a partir de Guimarães.
O lançamento de uma nova edição do concurso “Vamos fazer um plano”, parceria entre o PÚBLICO na Escola e o Plano Nacional das Artes, volta em 2025-26 a ser pretexto para uma ação de formação de professores “O Jornal como Recurso Pedagógico”. Acolhe-a, desta vez, o Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques, em Guimarães.
No ano letivo anterior, um grupo de alunos da EB 2/3 deste agrupamento empenhou-se em conhecer melhor e dar visibilidade a um monumento peculiar, vizinho da escola: “O Colosso de Pedralva”. O trabalho que então fizeram foi um dos cinco vencedores do “Vamos fazer um plano”, concurso que desafia alunos do 3.º ciclo e do ensino secundário a preparar trabalhos sobre temas de cultura, pensados para ocupar duas páginas de jornal (“um plano”, como se diz nas redacções).
Alunos, professores, artista residente e arqueólogo envolvidos na (re)descoberta do “colosso” contarão o que retiveram da experiência e que importância lhe atribuem. Da sua participação no concurso falarão ainda, em depoimentos por vídeo, alguns vencedores de anos anteriores.
A Ação de Curta Duração (ACD) “O Jornal como Recurso Pedagógico V” decorre entre as 16h00 e as 19h00. É acreditada pelo Centro de Formação “Os Templários”, devendo os docentes inscrever-se, até ao dia 3 de Novembro, através do link: https://templarios.cfae.pt/formacao/
A participação online faz-se através do canal YouTube da DGEstE e do Ao Vivo do PÚBLICO.
Cidadania ativa
Aos depoimentos dos participantes no concurso segue-se, em ano de nova “Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania”, uma intervenção sobre “Planos para uma cultura de cidadania ativa; um novo olhar e descobertas surpreendentes”. Desta abordagem se ocuparão as coordenadoras do PÚBLICO na Escola, Luísa Gonçalves e Bárbara Simões, e o fotojornalista do PÚBLICO Paulo Pimenta.
Nos seus quatro anos de existência, o concurso distinguiu um total de 20 planos sobre temas tão variados como o capão de Freamunde, a dança de pandeiro da Terceira ou uma tipografia reconvertida em museu no Seixal. Os cinco premiados em cada edição viram os seus trabalhos publicados num caderno especial, que no Verão acompanha uma das edições do PÚBLICO. A redacção do jornal recebe todos os anos, em Lisboa, os alunos vencedores, para uma mentoria da qual resulta a versão final dos planos a publicar.
O concurso propõe-se “promover o conhecimento, a interpretação e o debate sobre as culturas, as artes e os patrimónios, em particular de proximidade; e fomentar a utilização dos jornais como ferramenta pedagógica no currículo escolar e para o conhecimento e discussão de temas culturais relevantes para a comunidade escolar e para a promoção de relações entre a escola e o meio cultural envolvente”.






