Literacia mediática
Fizeram um plano e venceram. Caderno especial do PÚBLICO com trabalhos de alunos
Vencedores da quarta edição do concurso “Vamos Fazer um Plano”, do PÚBLICO na Escola e do Plano Nacional das Artes, vêm da Covilhã, Guimarães, Seixal, Moura e Olhão.
Agarraram a proposta que lhes foi feita e puseram mãos à obra: alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário olharam à sua volta e escolheram um tema relacionado com cultura que achavam que toda a gente devia conhecer. Fizeram um plano — trabalho de duas páginas de jornal, lado a lado — com textos e fotografias e venceram. Agora o objetivo de dar a conhecer estas histórias a mais pessoas concretiza-se: os planos saem num caderno especial de 16 páginas, publicado em papel na edição do dia 26 de junho do PÚBLICO e disponível para ser descarregado e lido leitura em pdf (clicar aqui).
O grupo de vencedores deste ano letivo de 2024-25 conta com turmas e grupos de alunos do Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques (Guimarães), Agrupamento de Escolas de Moura, Agrupamento de Escolas Dr. Alberto Iria (Olhão), da Escola Secundária Campos Melo (Covilhã) e da Escola Secundária Dr. José Afonso (Seixal). As histórias impressas nos seus trabalhos falam sobre um “colosso” que passava despercebido, uma companhia de teatro, um peixe chamado litão, um mural de azulejos e uma tipografia que passou a museu.
O resultado final, agora reunido neste caderno especial, é fruto de um processo de mentoria com jornalistas do PÚBLICO na redação do jornal em Lisboa, que todos os vencedores visitaram. Nesse processo, os textos foram editados, as fotografias foram escolhidas, o design foi reorganizado e adaptado ao estilo do PÚBLICO.
Este ano, fizeram parte do júri do concurso as coordenadoras intermunicipais do Plano Nacional das Artes (PNA) Susana Cabeleira, Susana Silvério e Ana Sofia Vieira; e as jornalistas Bárbara Simões, coordenadora do PÚBLICO na Escola, e Lucinda Canelas, da secção de cultura do PÚBLICO. Destacaram uma “melhoria na qualidade dos planos apresentados”. Para perceber do que falam, basta lê-los.






