literacia mediática
Boletim PÚBLICO na Escola de junho está disponível. Regressa em setembro
Outras iniciativas do projeto, como as notícias para a sala de aula, serão também interrompidas em julho e agosto.
Não tanto pela lassidão da canícula, mas por adequação ao calendário escolar, este é o momento em que também o PÚBLICO na Escola interrompe algumas das iniciativas de que se ocupa durante o ano letivo. A começar por este Boletim mensal (PDF disponível aqui), que regressa em setembro, com uma edição preparada numa lógica um pouco diferente da habitual e pensada para facilitar o regresso às aulas.
Como se adivinha pelo nome, as “Notícias PÚBLICO na Escola para a Sala de Aula” farão igualmente uma pausa em julho e agosto. Esta rubrica, iniciada em março passado, descomplica temas da atualidade — tanto pela adequação da linguagem como pelas informações complementares e de contexto. Objetivo: ajudar os professores a levar as notícias para a sala de aula e facilitar aos educadores em geral conversas com os mais novos acerca do que acontece no mundo.
A habitação, por exemplo, tornou-se “um dos temas mais urgentes e controversos do nosso país, sendo transversal à política, à economia e ao quotidiano dos portugueses”. O resumo é de Ana Rita Forner Pereira, aluna do 12.º ano, vencedora da edição de maio (e última deste ano letivo) do concurso “Isto também é comigo!”. O texto de opinião que escreveu, depois de ter lido uma reportagem no PÚBLICO, defende que a resposta à crise da habitação “não se pode limitar ao assistencialismo; tem de ser estrutural”.
Por ser junho, ao texto de opinião do “Isto também é comigo!” junta-se, neste Boletim, a entrevista premiada no “Jornalistas em rede” — o outro dos dois concursos promovidos, em parceria, pelo PÚBLICO na Escola e a Rede de Bibliotecas Escolares.
Num verão entre eleições (legislativas e autárquicas), damos espaço, sob a forma de plano de aula, à reflexão sobre as formas de exercício do poder político e a sua evolução ao longo da História; e à explicação/descomplicação da Casa das Ciências quanto ao método de Hondt, de que tanto ouvimos falar (será que percebemos mesmo como funciona?).
O resto é ler. No Boletim, nos jornais, nos livros. O que por falta de tempo empilhámos nos meses anteriores ou a leitura nova suscitada por algo que acabámos de ver, de ouvir, de conversar. Ou ler — porque não? — para começar a fazer palavras cruzadas. Não seria elegante apropriar-me aqui da frase (e do conselho) do cruciverbalista Paulo Freixinho. Convido-vos, por isso, a ler o texto da Carolina Franco, que conversou com ele a seguir ao Concurso Nacional de Palavras Cruzadas. Está nas páginas 4 a 8. Na página seguinte vêm, como não podia deixar de ser, as Palavras Cruzadas do nosso habitual “Vamos Cruziscar”.
Bom verão!
[Texto publicado no Boletim PÚBLICO na Escola n.º6, de junho de 2025]






