Orquestra Metropolitana de Lisboa

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Temporada 2017/18 inclui 150 projectos e terá o russo Pavel Gomziakov e o finlandês Magnus Lindberg como artistas associados. Pedro Amaral e António Mega Ferreira foram reconduzidos nos cargos até 2020.

  • Temporada 2017/18 inclui 150 projectos e terá o russo Pavel Gomziakov e o finlandês Magnus Lindberg como artistas associados. Pedro Amaral e António Mega Ferreira foram reconduzidos nos cargos até 2020.

  • Quatro noites consecutivas no São Luiz, com a lotação esgotada, mostraram Camané em boa e louvável harmonia com orquestra, na sua voz magnífica. Uma aposta ganha.

  • Desde Novembro à frente da Companhia Nacional de Bailado, Paulo Ribeiro prepara para 2018 a primeira programação com a sua assinatura, que deverá incluir criações de Tânia Carvalho, Sasha Waltz e Édouard Lock. Quer também tentar remontar Masurca Fogo, de Pina Bausch.

  • Que da “Toada de Portalegre” de Régio tenha nascido um belo poema sinfónico, isso só pode ser motivo de orgulho

  • O espectáculo da Orquestra Metropolitana estende-se durante quatro noites consecutivas e encerra o festival Lisboa na Rua.

  • Numa programação alargada, a organização do Lisboa na Rua pretende que o público se “perca” pelos jardins e ruelas da capital e encontre novos sítios e influências culturais.

  • Mega Ferreira e Pedro Amaral acabam mandato na associação que tutela OML a 31 de Dezembro. Não sabem ainda se continuarão. O que sabem é que a orquestra chega a esta quarta temporada mais robusta e confiante. Com integrais de Beethoven e Mozart, com Ricardo Ribeiro e Artur Pizarro.

  • A abertura das Festas de Lisboa está a cargo de Bruno Nogueira e Manuel Azevedo com Deixem o Pimba em Paz.

  • Uma estreia emotiva do Concerto para violino de Pinho Vargas foi acompanhada por uma revisitação muito conseguida da Nona de Beethoven.

  • Um bom concerto com a curiosa Sinfonia n.º 6 de Joly Braga Santos, infelizmente ao lado da mais desinteressante das sinfonias de Bruckner.