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Pedro Guerreiro
Jornalista e Editor Online
Sou jornalista e editor online. Acompanho a actualidade dos Estados Unidos da América, onde cobri as eleições de 2024 e a segunda era Trump. Sou autor da newsletter Aqui na América e co-autor do podcast Fogo e Fúria. Formei-me em jornalismo pelo CENJOR e sou licenciado em Estudos Europeus.
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Espanha
Crise migratória em Ceuta: Itália quer Espanha suspensa da zona Schengen
Pelo menos 18 pessoas morreram na quinta-feira ao tentar entrar em Espanha. Pressão migratória abre crise entre Madrid, que culpa grupos criminosos, e Itália, que responsabiliza políticas de Sánchez.
Pedro Guerreiro e Agências -
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Caro Zapata, é essa a questão; essa versão dos 10 pontos que cita do Haaretz é diferente da que cito do New York Times neste artigo. O presidente do parlamento iraniano, que é quem vai a Islamabad, continua a agarrar-se a esta (com Líbano, sem cedência no nuclear, com controlo de Ormuz, etc.). A Leavittz, pelo contrário, diz que a versão dos 10 pontos muito favorável ao Irão foi deitada para o lixo e que os EUA receberam outra mais razoável para Washington. Há mesmo dois entendimentos contrastantes, ao mais alto nível, sobre o que se discute. Isto só acontece porque faltam pessoas sérias neste processo e falta um mecanismo elementar de transparência: o papel.
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Trump enfrenta os limites da sua transformação de “pacificador” em Presidente de guerra Em resposta a Espectro
Caro Espectro, respondo-lhe assim: quero acreditar. Bom fim-de-semana!
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Leia tudo e não nos atribua o que não dissemos: "A luta política em torno do escândalo". Dezenas, centenas, possivelmente milhares de vidas estragadas. Esse é o escândalo. A luta política em torno do mesmo é outra coisa.
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Trump falou à nação para exagerar feitos, culpar Biden e não declarar guerra à Venezuela Em resposta a J I Toscano
Caro leitor, não tem razão, "Maciça" não está incorrecto, pelo contrário. "Massiva" é um neologismo, um galicismo utilizado como sinónimo de "maciça" de forma cada vez mais frequente, mas que não torna o uso de "maciça" incorrecto, por muito natural que "massiva" nos possa soar (e soa, sem dúvida). Espreite o Ciberdúvidas, o Priberam, ou o Livro de Estilo do Público.
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Queda de popularidade de Trump antecipa corrida interna republicana a 2028 Em resposta a Nuno Vasconcelos
Nick Fuentes é um supremacista branco que já teceu loas a Hitler e não é neonazi? Ou só descobriu a personagem agora? Ted Cruz não é um relativo moderado no quadro actual republicano, tal como sublinhei? A crítica da ala mais à direita do movimento MAGA a Israel não é pontualmente, a espaços, anti-semita (foi isto que escrevi, não especificamente que Carlson era anti-semita), nomeadamente a de Greene, que chegou a dizer que os judeus controlam a meteorologia? Escrever isto tudo é ser um perigoso sionista? Muito mal estamos então.
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Gaza: Hamas aceita parte do plano de paz de Trump. Netanyahu promete cooperação Em resposta a Liberdade
Caro leitor, leia e cite correctamente: "O actual conflito em Gaza...". Não o de 2006, 2008, 2012, 2014, nem o conflito interno Hamas-Fatah de 2006. O actual conflito de Gaza, o que a comissão independente da ONU considera genocídio. O enquadramento histórico existe, é importante, e é conhecido, mas não a actualidade.
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Trump impõe tarifa de 50% sobre produtos do Brasil. Lula fala em resposta à altura Em resposta a Pedro Mendes
Bom dia. Os artigos da equipa do PÚBLICO Brasil são escritos na variante da língua portuguesa usada no Brasil, como está assinalado no arranque do texto.
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Caro Helder, peço desculpa por esse lapso e por outro ainda: como é óbvio, Trump voltou a vencer as eleições em 2024 e não em 2020, como escrevi. Muito obrigado pelo olhar atento.
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Trump repete desinformação e reitera promessas de poupança na despedida de Musk Em resposta a helderdealmeida
Caro Helder, na escala longa utilizada em Portugal e pelo Público, o milhão de milhões (doze zeros) é um "bilião", como bem refere. No Brasil é que o bilião (ou bilhão) designa mil milhões (nove zeros) e o trilião (ou trilhão) designa mil milhões (doze zeros). Refiro o "trillion" em inglês no texto apenas para ajudar os leitores a perceber que não se trata de um erro de tradução e que os EUA seguem a mesma escala curta seguida pelo Brasil. Dado que temos bastantes leitores brasileiros e alguns americanos, considei que a nota podia ser útil, mas talvez não tenha sido suficientemente claro. Cumprimentos e um óptimo fim-de-semana.
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Obrigado! Sublinho que não descarto mudar de opinião. Para além desses argumentos de peso que refere, tive uma conversa que conto publicar nos próximos dias.






