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Pedro Guerreiro
Jornalista e Editor Online
Sou jornalista e editor online. Acompanho a actualidade dos Estados Unidos da América, onde cobri as eleições de 2024 e a segunda era Trump. Sou autor da newsletter Aqui na América e co-autor do podcast Fogo e Fúria. Formei-me em jornalismo pelo CENJOR e sou licenciado em Estudos Europeus.
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Exclusivo Médio Oriente
EUA e Irão sinalizam escalada iminente com planos de ataque e avisos a cidadãos
Washington pede aos norte-americanos para se prepararem para abandonar a região. Imprensa avança que uma nova vaga de ataques ao Irão poderá ser lançada ainda durante o fim-de-semana.
Pedro Guerreiro e Agências
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Quando Trump fala, as bolsas mexem. Por 100 mil dólares por mês, ouça-o primeiro Em resposta a Epicuro
É verdade, já me deram na cabeça. Obrigado pelo reparo.
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Caro Luis, só queria sublinhar que não estou a desvalorizar o papel e peso de Israel, e achei que a menção ao Líbano bastasse para recordá-lo, não o contrário. Só que o meu foco simplesmente era outro. Repare na manchete do NYT neste momento: é sobre a "revolta" republicana contra o acordo. Também se exclui ali Israel, mas isso não significa que não haja outros tantos artigos do NYT sobre o papel de Israel (mesmo sabendo que há um certo posicionamento editorial do NYT). Mas registo o comentário e repito que não desvalorizo a questão. Quanto a falar com americanos, já falo com a família, mas tenho todo o gosto de falar consigo também e o meu email está aí ao seu dispor :) Um abraço e muito obrigado eu
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Os leitores do Público estão bem informados sobre a origem do conflito e sobre como Israel tem tentado sabotar a trégua. Este artigo de opinião, enquadrado numa newsletter sobre a actualidade americana, é apenas sobre o memorando e a retirada inglória dos EUA. Israel não é signatário do memorando. Isso seria outro artigo. O António Rodrigues escreveu um muito bom na última semana sobre a relação entre Trump e Netanyahu, por exemplo.
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F-35: o caça norte-americano que quer ser português já é “mais de 25% europeu” Em resposta a Dinis Souto
Bom dia, caro Dinis. Já tinha escrito sobre o Gripen da Saab, o texto surge linkado neste artigo. Título: "Gripen E/F, o avião que veio do frio e é candidato a substituir os F-16 portugueses". Vou escrever de seguida sobre outro candidato. Sem alinhamentos ou patrocínios. Um abraço e boas leituras.
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F-35: o caça norte-americano que quer ser português já é “mais de 25% europeu” Em resposta a lps.nuns
Caro/a leitor/a, como assim "claramente patrocinado"? A troco de quê? Nada, nem para o jornal, nem para o jornalista. Já escrevi sobre o Gripen e estou a escrever sobre on Typhoon, concorrentes do F-35. Mais artigos virão. Cumprimentos e boas leituras.
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Caro JMA, por acaso acho muitíssimo interessante a proposta da Saab e as possibilidades evolutivas do Gripen, mas não me caberá decidir. Estou apenas a escrever sobre as opções que Portugal tem em cima da mesa. Estou a escrever agora sobre o Eurofighter Typhoon e outros artigos virão. Um abraço e boas leituras.
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F-35: o caça norte-americano que quer ser português já é “mais de 25% europeu” Em resposta a Victor Madeira dos Santos
Caro Victor, não visitei as instalações da Lockheed Martin e não recebi prendas. As críticas são bem-vindas, o resto não. Um abraço e boas leituras.
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Factor relevante na derrota do Massie, sim, mas não na derrota do Cassidy. O denominador comum é Trump, não Israel. Não desvalorizo, mas não acho que explique tudo.
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Caro José, vivi nos EUA, tenho lá família e estou perfeitamente a par daquilo que me diz, e que em parte refiro neste artigo se o ler com atenção. É contudo prematuro e excessivamente fatalista dizer que está tudo decidido e perdido.
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A palavra surge no artigo, mas acho muito redutor resumir tudo a Israel. Há vida para além disso, há dinâmicas políticas próprias, há outros interesses (Silicon Valley, petróleo, evangélicos, indústria militar, etc.) e há sobretudo um partido refém de um líder autoritário. O que move Trump são os seus próprios interesses e pulsões. O resto apanhou boleia.






