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  • Viva, Fernando! Quando saíu o (esplêndido) primeiro número de O Jornal escrevi, logo de manhãzinha, uma carta ao director a apontar alguns erros na secção de crítica de cinema. Respondeu-me o António Jorge Branco, a convidar-me para aparecer lá na redacção, onde, ao perceber que eu era um cinéfilo dos mais maluquinhos, me desafiou a fazer eu a crítica de cinema. Só podia escrever 3 linhas sobre cada filme - e tinha de ir vê-los todos. Passei os próximos dias a correr de cinema em cinema. Gastei mais do que os 100 escudos que prometeram pagar-me e, quando me queixei ao José Silva Pinto, ele aumentou-me para 150. Foi assim que comecei. Não conhecia lá ninguém, mas fiquei amigo de muitos. O Jornal era uma maravilha jornalística e gráfica, com um ambiente de amizade, mas ultra-profissional.

  • Viva, egasmann.904044! Tem toda a razão: "preços mais caros" é asneira. O "caro" e o "barato" já qualificam os preços. É uma opinião, como dizer que um preço é justo ou absurdo. As coisas é que podem estar mais caras ou mais baratas. Os preços apenas podem estar elevados ou baixos. Ou excessivamente elevados ou baixos. Mas só será asneira durante uns tempinhos, porque o povo vai dizendo cada vez mais "o preço está caro", no sentido de custar muito a pagar - e até tem cabimento, porque os preços são mais ou menos acessíveis conforme a bolsa de cada um. Um abraço, Miguel Esteves Cardoso

  • Viva, Alfm! Essa amiga é verdadeira. Fala bem inglês, mas pensa em português, claro e, quando um americano lhe perguntou se aquela rua era a Morais Soares, ela olhou à volta e, não vendo indicação nenhuma do nome da rua, respondeu "You ask well". O americano interpretou como elogio às qualidades de perguntador e agradeceu, dizendo que tinha sido "very kind of you". Que em português significa obviamente "É muito do teu género". Um abraço! Miguel Esteves Cardoso

  • Viva helderdealmeida! Faça lá como entender, mas desde já lhe digo uma coisa: do meu Cramique não comes tu! Um abraço, Miguel

  • Viva, MF.1482320! Obrigado pela sua excelente explicação. Concordo absolutamente. Quanto ao erro terrível da minha última frase, bem que me apetecia mudar, mas seria fraudulento. O comentário da Ana Gomes, que me alertou para o erro, seria desrespeitado e, para mal dos meus pecados, o erro original está na edição de papel para todo o sempre, sem a consolação dos comentários correctores. Um abraço, Miguel Esteves Cardoso

  • Viva, Ana Gomes! Obrigado pela correcção. Tem toda a razão. Assim estraguei a última frase, rematando com um erro. Deveria ter sido "Ainda por cima, a hora que roubaram era a correcta". É grande a tentação de ir lá corrigir... Um abraço, Miguel

  • Viva, helderdealmeida, Comece já, se fizer favor, a preparar os utensílios e a amesendação para esse caldo verde para o qual me convidou, que já são várias pessoas a exigir que eu verifique se as suas couves são tão boas como afiança. Muitos desconfiam, mas eu começo a suspeitar que talvez não sejam más de todo. Um abraço, Miguel Esteves Cardoso

  • Viva, helderdealmeida! Desde já lhe prometo que, por virtude de gabar tanto as suas couves, não hei-de descansar enquanto não me vir a braços com uma couve das suas, nem que seja pelo sereno da noite, com a ajuda da luz do meu telemóvel, enquanto o meu amigo estiver a dormir, sonhando com a segurança da sua horta. Depois lhe direi o que achei das suas couves. Mas digo-lhe já que não há-de ser coisa boa. Um abraço, Miguel Esteves Cardoso

  • Viva, João Estrada! Muito obrigado pela sua incrível generosidade! Um abraço, MEC

  • Viva, José Amadeu! Obrigado pela preciosa informação! Um abraço, MEC