Sobre o curso

Celebrar Camilo Castelo Branco é celebrar a contradição e a combinação entre o romantismo e o realismo, num claro percurso de superação. Camilo carrega em si e na sua escrita única e poderosa pedaços de histórias, memórias de muitas e muitas pessoas, paixões e lugares. Carrega em si um passado, um presente e, certamente, um futuro. De uma riqueza literária ímpar, o autor conduz-nos na apologia do poder transformador do amor, que acreditava ser suficiente para salvar cada um de nós. E mais do que amor, Camilo representa eternidade e intemporalidade.

 

9 de Outubro

Abel Barros Baptista

1. Tomando certas liberdades… (com mortos)
Após brevíssimas observações gerais, a lição consistirá em comentários sobre Amor de Perdição e Maria Moisés.

 

16 de Outubro

Abel Barros Baptista

2. Tomando certas liberdades… (sem mortos)
A lição é dedicada à comédia, nomeadamente através de comentários sobre dois livros: A Queda dum Anjo e Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado.

 

23 de Outubro

Rita Patrício

3. Sobre a excentricidade

A lição consistirá em comentários sobre Vinte horas de liteira e O que fazem mulheres, incidindo sobretudo no modo como nesses textos é desenhada a figura do autor.

 

30 de Outubro

Ivo Castro

4. «Se eu reaparecer na sociedade do século XXI, talvez me regozije de ver esta 5ª edição do Amor de Perdição quase esgotada», disse Camilo em 1879. Está feito: a edição esgotou, Camilo continua entre nós.

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