Organização Mundial de Saúde alerta para situação “preocupante”. Portugal tem cobertura vacinal “tão elevada que não há condições para que o vírus se torne endémico”, diz directora-geral de Saúde.
Governo alemão quer “evitar que todas as crianças estejam expostas” a “uma doença altamente contagiosa” e que pode ser fatal.
A administração das três doses necessárias para a prevenção das doenças estagnou desde 2010. Cobertura mundial de 95% permitiria evitar surtos de doenças.
Desde movimentos antivacinação até a teorias que a Terra é plana, as redes sociais têm sido palco para o surgimento de crenças e comportamentos baseados em informações falsas, que se propagam descontroladamente.
Com os actuais programas de vacinação, a percentagem de indivíduos em risco de contrair sarampo deverá aumentar mais de 50% entre 2018 e 2050. Nos países mais afectados, nem medidas excepcionais como a proibição de entrada na escola sem vacinas vão conseguir evitar surtos da doença.
A maioria dos casos portugueses diz respeito aos três surtos verificados no final do ano passado, que, entretanto, a Direcção-geral da Saúde já declarou como extintos.
Aos 13 meses de idade, 14% das crianças ainda não estavam protegidas contra o sarampo, nem contra a meningite C, refere o boletim publicado no site da DGS.
Multas de até 2500 euros e expulsão de infantários para quem não cumpra as vacinas obrigatórias. Ministro diz que quer erradicar o sarampo.
Processo de repescagem começou no final de 2016. A cobertura para a segunda dose da vacina nas crianças com sete anos em todo o país em 2018 foi de 97,4%. “São os maiores valores de sempre”, diz directora-geral da Saúde.
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