Membros do Conselho de Cidadãos de Lisboa dizem-se usados em “marketing político”

Após motivação inicial por terem apresentado projectos para a cidade, durante a primeira edição, em Maio de 2022, veio a decepção. Vários participantes queixam-se de não haver diálogo.

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Participantes dizem-se decepcionados com órgão promovido por Carlos Moedas Daniel Rocha

Quando se inscreveu na primeira edição do Conselho de Cidadãos de Lisboa (CCL), há cerca de um ano, Bruno Antunes fazia-o com o entusiasmo de se estar a envolver em algo genuinamente diferente. Depois de seleccionado, o gestor de 40 anos acabou por fazer parte do grupo de meia centena de indivíduos envolvidos no lançamento do instrumento de democracia participativa, promovido pelo então recém-eleito presidente do município, Carlos Moedas. Nas duas sessões, ocorridas no fim-de-semana de 14 e 15 de Maio, fez parte do grupo de oito pessoas que discutiu políticas de habitação, um dos sete formados para debater questões sectoriais. Até participou num vídeo promocional.

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