Putas Bêbadas: esta gangrena ferida aberta em forma de canção

O terceiro álbum dos noise-punks da Cafetra é um manifesto romântico-humorístico — abjecionista despejado sobre este tempo demente que é o nosso.

Sem adiposidades, tudo no osso, sete canções e está feito um manifesto rock
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Sem adiposidades, tudo no osso, sete canções e está feito um manifesto rock

O punk, sempre o punk, o que já tinha morrido meio ano depois de os Sex Pistols editarem o álbum de estreia, o que não era o início de nada, mas o fim de uma linhagem que recuava aos primórdios do rock’n’roll, como disse certo dia Billy Childish, a linguagem que se foi transformando e metamorfoseando em diferentes expressões, em diferentes geografias, com guitarras e sem guitarras, dentro do sistema, fora do sistema, alarve e intelectual, visceral ou cerebral, da Londres dos Clash à Nova Iorque dos Ramones, da Paris dos Mano Negra à São Francisco dos Dead Kennedys, da Catalunha dos La Banda Trapera Del Rio ao Bairro do Relógio dos Aqui D’El Rock.

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