Suíça ao raio x: o equilíbrio na continuidade

Paciente na circulação, a Suíça cresce quando a bola chega ao carismático Xhaka, o arquitecto de todo o futebol helvético.

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Xherdan Shaqiri é um dos craques da seleção da Suíça EPA/LAURENT GILLIERON

Antes do tiro de partida, em Doha, Murat Yakin não foi de cerimónias: “Temos uma das melhores selecções suíças de sempre”. É certo que serão sempre os resultados a dar suporte a um statement deste calibre, mas percebe-se a lógica por trás da injecção de autoconfiança. Com alguns jogadores numa fase de maturidade plena, vários a competirem a alto nível nas melhores Ligas e uma mão-cheia de jovens a subirem a galope a escadaria da fama, a Suíça tem de ser levada a sério.

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