Menos política, menos artes, mais remendos

Terá o actual ministro da Cultura a coragem de fazer a diferença e aplicar soluções simples, que resultem?

Temos de parar de fingir que acreditamos num concurso para as artes. As artes são um serviço público, como a escola ou a ciência, e que deve ser financiado como tal. Com protocolos e com resultados. A DGArtes abriu agora a porta para uma mudança nesse caminho, com a aplicação de um sistema de apoio de continuidade aos quadrienais, mas é preciso assumi-lo e aplicá-lo de forma consistente a quem cumpre essa missão. Como é óbvio, não são apenas os “históricos” que garantem esse serviço. A renovação do sector é essencial, mas precisa de continuidade e de um sinal de apoio inequívoco.

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