Na morte do “bibota” Fernando Gomes, a minha estrela de cinema

Fernando Gomes tinha aquele ar de miúdo-cavalheiro, desprovido da doença narcísica que torna as estrelas cansativas e pouco interessantes.

Fiquei triste e abananada com a morte de Fernando Gomes e não estava à espera de reagir assim. Hoje raramente vejo futebol e nunca, ou quase nunca, os jogos do FC Porto. O Mundial do Qatar passa-me ao lado e não é por razões de direitos humanos: também o da Rússia, esse paraíso dos direitos humanos, e os anteriores passaram. O único campeonato que me prendeu a atenção foi o Euro 2004, mas o ano de 2004 foi excessivamente divertido por motivos alheios ao futebol e o Euro acabou a fazer parte da festa.

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