Marco da Silva Ferreira desossa e transforma a herança do folclore

Em Carcaça, o coreógrafo português desconstrói concepções de identidade colectiva, memória e cristalização cultural. O vira e a chula baralham-se com o vogue ou com o house, em enredos temporais e referenciais que põem o passado a ser confrontado e questionado por corpos do presente, onde tudo é possível acontecer. Esta sexta-feira e sábado no Rivoli, e nos dias 27 e 28 no Centro Cultural de Belém.

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Paulo Pimenta

Desde Hu(r)mano (2013) que Marco da Silva Ferreira tem levado a cabo uma valiosa investigação e experimentação sobre danças de rua e de clubbing, através de um repertório de movimento em constante evolução e contaminação, fazendo derrapar fronteiras geográficas, temporais, culturais, identitárias.

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