Psicanálise geológica de Itália

Das profundezas é um magnífico exercício de não dizer fingindo que diz, ou exactamente ao contrário.

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E finalmente chega-nos mais um filme de Michelangelo Frammartino
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Dez anos, ou mais, esperámos por uma sequência para As Quatro Voltas, de um realizador que, definitivamente, precisa do seu tempo. Precisa do seu tempo também dentro dos filmes, como Das Profundezas volta a atestar — um tempo contemplativo, aliás uma maravilha de desaceleração, mas um tempo que não é o produto da pura contemplação, bem pelo contrário, é um tempo composto, encenado, montado, e, quer nos planos mais largos quer nos planos mais aproximados, um tempo que está sempre a pensar a relação entre mobilidade e fixidez, entre o humano e a paisagem, entre o presente e o curso da história.

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