Na velha Istambul a onda do novo é imparável

Megalópole, até turística, chega-se a Istambul e parece que todo o mundo quer por cá passar. Imparável no desenvolvimento, a cidade está em transformação acelerada e não param as inaugurações e tudo em grande, do aeroporto ao porto, de museus a centros culturais, passando pelas mesquitas. Um cruzamento entre as novas e as velhas impressões da antiga Constantinopla numa Turquia a preparar-se para celebrar o centenário da República em 2023.

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Voltar sempre para espreitar Istambul, entre a essência (ali a Mesquita Azul) e as novidades Grant Faint/Getty
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Dentro e fora na Torre Gálata Luís J. Santos
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Galataport, metáfora dos novos tempos Luís J. Santos
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Os gatos são os sultões da cidade Luís J. Santos
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No restaurante Lacivert, ali a Primeira Ponte ou Ponte do Bósforo ou Ponte dos Mártires de 15 de Julho Luís J. Santos

Aterrar em Istambul, respirar fundo, cruzar a alta velocidade da Europa para a Ásia, desaguar no Bósforo. A facilidade da descrição não acarreta o peso dos milénios, não denota as múltiplas camadas de todo este caminho e cenário. E muito menos a sensação de impacto no viajante e nos milhões de viajantes que seguram as memórias e o sonho de Istambul como um estandarte, logo, que albergam uma mescla de realidade e ficção da antiga Bizâncio, da antiga Constantinopla, da antiga Istambul – sim, porque ela, parecendo sempre eterna, cresce a um ritmo desenfreado e altera-se a um ritmo avassalador, como uma baclava de receita irrequieta, nova todos os dias.

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