Urgências de obstetrícia “estavam mais ou menos controladas até haver recusas dos internos de fazer mais de 150 horas extras”

Bastonário da Ordem dos Médicos diz que há um hospital onde os médicos internos já fizeram “mais de 650 horas extraordinárias” desde o início deste ano. É “quase escravatura”, criticou.

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O bloco de partos da Maternidade Alfredo da Costa esteve para fechar portas durante mais do que um dia Nelson Garrido

O coordenador nacional da comissão de resposta em urgência de ginecologia, obstetrícia e blocos de partos admite que neste momento é a recusa de fazer mais de 150 horas extraordinárias entregue pelos internos da especialidade de ginecologia e obstetrícia que está a condicionar o problema das escalas nas maternidades portuguesas.

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