A Cor do Som mantém vivas as cores da história num jazz-rock bem brasileiro que não perdeu o fulgor

Surgiram em 1977, exibindo uma mistura de jazz e rock com a música brasileira que os aparentou a grupos como os Santana, Yes ou Jethro Tull. Primeira banda brasileira a tocar no Festival de Jazz de Montreux e aí gravando um disco totalmente instrumental, A Cor do Som volta aos instrumentais com Álbum Rosa, que lhe valeu um Grammy Latino nos seus 45 anos. Dia 9 estará em Cascais, ao vivo.

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Daryan Dornelles

A Cor do Som está de volta. Para os que os julgavam parado ou extinto, eis que o grupo nascido em 1977 e fixado como quinteto em 1978 regressou aos instrumentais dos primórdios com novo álbum, sem título, mas baptizado como Álbum Rosa, devido à cor da capa. Com ele, lançado no ano da pandemia (2020), conquistou em 2022 o Grammy Latino para o melhor álbum de rock ou música alternativa em língua portuguesa. Mantendo a formação do início, o grupo vai tocar ao vivo fora do Brasil, pela primeira vez após os confinamentos, no dia 9 de Agosto (às 18h), em Cascais, no Festival Sunset Music Brazil, que decorrerá mensalmente no anfiteatro do Palaphita (Casa da Guia). Os próximos, segundo os organizadores, serão a Rua das Pretas e Mart’nália.

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