O desastrado processo da nomeação do chefe do Estado-Maior da Armada

Tudo isto é muito doloroso de escrever, mas seria vantajoso que deste enorme erro se tirassem lições para o futuro. Será deste modo que os principais responsáveis deste processo (ministro da Defesa e chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas) querem dirigir as FA? E julgam que são respeitados?

Já com 81 anos e depois de 1976, nunca assisti a um processo tão desastrado como o que ocorreu com a novela que o atual Governo protagonizou com a nomeação do novo chefe do Estado-Maior da Armada, embora muitos incidentes desnecessários tenham acontecido noutras ocasiões. Ninguém que eu conheça ou que tenha ouvido sabe bem o que se passou e as pessoas dividem-se em dois grupos: os que nada perceberam; e os que pensam ter percebido e que são profundamente contra.

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