Bernardo Lobo e Pablo Lapidusas selam parceria num álbum: Zambujeira

Resistindo à pandemia, o cantor e violonista Bernardo Lobo e o pianista Pablo Lapidusas fizeram um álbum instrumental que Edu Lobo já classificou: “Muito bonito e muito original”. Chama-se Zambujeira e é lançado esta terça-feira nas plataformas digitais pela Biscoito Fino.

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Bernardo Lobo e Pablo Lapidusas BELINHA ALMENDRA

Chama-se Zambujeira porque nasceu lá, da arte de dois músicos radicados em Portugal: o cantor e violonista brasileiro Bernardo (ou Bena) Lobo e o pianista argentino, mas durante anos residente no Brasil, Pablo Lapidusas. É um disco instrumental que chega esta terça-feira às plataformas digitais e que já teve a aprovação de duas vozes cimeira da música brasileira e mundial: Edu Lobo (pai de Bernardo), que escreveu numa carta ao filho: “Está muito bonito o trabalho e, principalmente, muito original”. E Ivan Lins, que escreveu num texto: “Por sua inventividade e imprevisibilidade é para poucos e, principalmente, para bons ouvidos, para os apaixonados por uma boa e surpreendente música do século XXI.”

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Chama-se Zambujeira porque nasceu lá, da arte de dois músicos radicados em Portugal: o cantor e violonista brasileiro Bernardo (ou Bena) Lobo e o pianista argentino, mas durante anos residente no Brasil, Pablo Lapidusas. É um disco instrumental que chega esta terça-feira às plataformas digitais e que já teve a aprovação de duas vozes cimeira da música brasileira e mundial: Edu Lobo (pai de Bernardo), que escreveu numa carta ao filho: “Está muito bonito o trabalho e, principalmente, muito original”. E Ivan Lins, que escreveu num texto: “Por sua inventividade e imprevisibilidade é para poucos e, principalmente, para bons ouvidos, para os apaixonados por uma boa e surpreendente música do século XXI.”