Na pintura de Antonio Seguí, o espectador pode rir-se de si próprio

É inaugurada esta terça-feira na sala de exposições do Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, Os Viajantes sem Bagagem, exposição de Antonio Segui. O PÚBLICO falou com o artista argentino, referência da arte moderna latino-americana, que atravessou, com a sua pintura figurativa, toda a segunda metade do século XX.

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"Sombra y luz", 2002
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"Sombra y luz", 2002

Os Viajantes sem Bagagem, de Antonio Seguí, é uma exposição breve. É inaugurada esta terça-feira, no Museu Nacional dos Coches, e será encerrada no próximo domingo. Recomenda-se, por isso, apontar o desejo da visita, não se vá gorar o encontro com as obras do artista que nasceu em 1934 em Córdoba, Argentina. Ao todo, são 17 quadros em que descobrimos pintados objectos e, em maior número, figuras femininas e masculinas. Algumas avançam num passo largo, que se diria mecânico, outras parecem precipitar-se numa queda. Apetece perguntar: para onde vão, de onde vêm?