Coisa agridoce

Ultrapassado pela esquerda e pela direita em termos de reconhecimento e de projecção, Alexandre Rockwell faz hoje filmes “pequenos”, discretos, e quase familiares (ou totalmente familiares: Lana e Nico, os miúdos protagonistas de Sweet Thing, são seus filhos).

,Reboque
Fotogaleria
Sweet Thing, história de miúdos ao Deus dará
ipsilon-papel,cultura,ipsilon,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Sweet Thing, história de miúdos ao Deus dará
ipsilon-papel,cultura,ipsilon,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Sweet Thing, história de miúdos ao Deus dará
ipsilon-papel,cultura,ipsilon,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Sweet Thing, história de miúdos ao Deus dará
ipsilon-papel,cultura,ipsilon,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Sweet Thing, história de miúdos ao Deus dará
Enzian Theatre
Fotogaleria
Sweet Thing, história de miúdos ao Deus dará

Por cá nunca pegou (e salvo erro na informação, só um filme dele foi comercialmente estreado em Portugal), mas houve um tempo, princípios da década de 90, em que Alexandre Rockwell era a “next big thing” do cinema independente americano (que também era um panorama bastante diferente do que é agora), e sirva como testemunho desse estatuto a sua “participação especial” numa cena do Querido Diário de Nanni Moretti.

Sugerir correcção
Comentar