Queres passar um mês no Reino Unido a investigar? A PARSUK tem duas bolsas para atribuir

As candidaturas estão abertas até 18 de Abril. Os seleccionados receberão 1500 euros e podem escolher entre cinco projectos dentro das áreas das Ciências Exactas e Engenharias e das Ciências da Vida e da Saúde.

Foto
Hyde Park, em Londres, Reino Unido Reuters/HENRY NICHOLLS

O programa Xperience, promovido pela PARSUK (sigla em inglês para Associação Portuguesa de Investigadores e Estudantes no Reino Unido), está de volta. A associação tem duas bolsas para atribuir a alunos do 1.º ou 2.º ciclo universitário que estejam “inscritos em instituições de ensino superior em Portugal”. Os seleccionados terão a oportunidade de “desenvolver um projecto de investigação” ao longo de quatro semanas, no Verão, “numa universidade ou centro de investigação” no Reino Unido “sob a orientação de um membro” da PARSUK, lê-se em comunicado da associação. As candidaturas estão abertas até 18 de Abril. Cada uma das bolsas Xperience tem o valor de 1500 euros.

Esta é a segunda fase do programa. Na primeira, foram seleccionados os cinco projectos aos quais os futuros bolseiros se poderão candidatar, sendo guiados por um orientador. Uma vez que há apenas duas bolsas, três desses projectos não receberão o apoio que a PARSUK destina aos orientadores (250 euros). Caso exista interesse em aterrar em Londres para esta experiência, há duas vagas na University College, ambas na área das Ciências Exactas e Engenharia. As restantes opções destinam-se àqueles cuja formação se insere no campo das Ciências da Vida e da Saúde: os projectos decorrem na Universidade de Glasgow, na Universidade de Montfort e na Universidade de Coventry. O melhor é consultar o documento que a PARSUK disponibilizou no seu site, no qual se poderão encontrar todas as informações relativas a cada um dos projectos.

De acordo com o regulamento, para além de alunos a frequentar o último ano da licenciatura ou do mestrado numa instituição de ensino superior portuguesa, também podem concorrer “candidatos que tenham concluído um curso de 1.º ciclo há menos de um ano relativamente à data de abertura das candidaturas”. Para além disso, é obrigatório ter uma média “igual ou superior a 13 valores no ciclo de estudos concluído” — no caso de quem ainda não o tiver concluído, “será considerada a média ponderada das unidades curriculares concluídas até à data de abertura do concurso”.

Para que a candidatura seja validada, há algumas regras a seguir. Antes de qualquer coisa: é tudo redigido em inglês. Para além do formulário, deve ainda ser enviado o currículo (onde deve estar incluída a média), uma “tabela com as classificações obtidas nas unidades curriculares concluídas até à data de abertura da candidatura”, uma carta de recomendação académica e uma declaração de honra.