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Covid-19: de Londres a Jerusalém, milhares saem à rua para recusar confinamento

Manifestantes protestam contra a falta de apoio e iniciativa para melhorar as condições de trabalho no bairro de Vila de Vallecas, um dos que a partir desta segunda-feira vai estar condicionado devido às novas regras aplicadas em Madrid, Espanha REUTERS/Javier Barbancho
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Manifestantes protestam contra a falta de apoio e iniciativa para melhorar as condições de trabalho no bairro de Vila de Vallecas, um dos que a partir desta segunda-feira vai estar condicionado devido às novas regras aplicadas em Madrid, Espanha REUTERS/Javier Barbancho

Depois de um Verão em que a maioria dos países pareceu conseguir conter a propagação do novo coronavírus, em particular na Europa, vários países estão a preparar-se para entrar no Outono com um ressurgimento de casos ainda por controlar. A situação levou a que governos de vários países tenham decidido aplicar novas medidas de confinanento selectivo em algumas cidades ou regiões, normas essas que não estão a ser bem recebidas por todos os cidadãos.

De Londres a Jerusalém, multiplicam-se os protestos contra o confinamento, com um espectro variado de manifestantes: desde defensores de melhores políticas de testagem e reforço da saúde até a defensores de teorias que entendem que a covid-19 não passa de um embuste.

Em Madrid, milhares de cidadãos reuniram-se este domingo às portas da Assembleia de Madrid, de conselhos distritais e municipais para criticar as medidas "ineficazes e discriminatórias" aplicadas, nomeadamente um confinamento selectivo. Os protestos acontecem um dia antes de entrarem em vigor as novas regras que restringem a liberdade de movimentos a mais de 850 mil cidadãos imposta pelo Governo madrileno. Os manifestantes reclamaram que as medidas, aplicadas em grande parte a zonas que são predominantemente de menor rendimento e bairros em que vivem comunidades de imigrantes, são "ineficazes e discriminatórias".

Manifestantes protestam contra a falta de apoio e iniciativa para melhorar as condições de trabalho no bairro de Vila de Vallecas, um dos que a partir desta segunda-feira vai estar condicionado devido às novas regras aplicadas em Madrid, Espanha
Manifestantes protestam contra a falta de apoio e iniciativa para melhorar as condições de trabalho no bairro de Vila de Vallecas, um dos que a partir desta segunda-feira vai estar condicionado devido às novas regras aplicadas em Madrid, Espanha REUTERS/Javier Barbancho
Manifestantes protestam protestam em frente ao gabinete de saúde do governo regional de Madrid contra a falta de apoio e iniciativa para melhorar as condições de trabalho no bairro de Vila de Vallecas, um dos que a partir desta segunda-feira vai estar condicionado devido às novas regras aplicadas em Madrid, Espanha
Manifestantes protestam protestam em frente ao gabinete de saúde do governo regional de Madrid contra a falta de apoio e iniciativa para melhorar as condições de trabalho no bairro de Vila de Vallecas, um dos que a partir desta segunda-feira vai estar condicionado devido às novas regras aplicadas em Madrid, Espanha REUTERS/Javier Barbancho
Uma multidão reuniu-se em Trafalgar Square para protestar contra o confinamento imposto pelo governo, em Londres, no Reino Unido
Uma multidão reuniu-se em Trafalgar Square para protestar contra o confinamento imposto pelo governo, em Londres, no Reino Unido REUTERS/Henry Nicholls
Uma multidão reuniu-se em Trafalgar Square para protestar contra o confinamento imposto pelo governo, em Londres, no Reino Unido. Os ânimos entre os manifestantes e a polícia acabaram por exaltar-se e os agentes fizeram detenções
Uma multidão reuniu-se em Trafalgar Square para protestar contra o confinamento imposto pelo governo, em Londres, no Reino Unido. Os ânimos entre os manifestantes e a polícia acabaram por exaltar-se e os agentes fizeram detenções REUTERS/Henry Nicholls
Um homem segura num cartaz com a mensagem “A covid é um embuste”, no meio da multidão que se juntou em Trafalgar Square para protestar contra o confinamento imposto pelo governo, em Londres, no Reino Unido
Um homem segura num cartaz com a mensagem “A covid é um embuste”, no meio da multidão que se juntou em Trafalgar Square para protestar contra o confinamento imposto pelo governo, em Londres, no Reino Unido REUTERS/Henry Nicholls
Uma pessoa vestida de Morte segura um cartaz com a frase "A vacinação é boa, confie em mim!", durante um protesto contra as medidas aplicadas para combater a covid-19, em Düsseldorf, Alemanha
Uma pessoa vestida de Morte segura um cartaz com a frase "A vacinação é boa, confie em mim!", durante um protesto contra as medidas aplicadas para combater a covid-19, em Düsseldorf, Alemanha REUTERS/Leon Kuegeler
Pessoas durante um protesto contra as medidas aplicadas para combater a covid-19, em Düsseldorf, Alemanha
Pessoas durante um protesto contra as medidas aplicadas para combater a covid-19, em Düsseldorf, Alemanha REUTERS/Leon Kuegeler
Multidão durante um protesto contra as medidas aplicadas para combater a covid-19, em Düsseldorf, Alemanha
Multidão durante um protesto contra as medidas aplicadas para combater a covid-19, em Düsseldorf, Alemanha REUTERS/Leon Kuegeler
Manifestantes israelitas protestam, em Jerusalém, contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu devido à alegada corrupção e dificuldades económicas resultantes do confinamento. Israel entrou num segundo período de isolamento nacional devido a um ressurgimento do número de novos casos que força os cidadãos a permanecer em casa durante a época alta das férias judaicas
Manifestantes israelitas protestam, em Jerusalém, contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu devido à alegada corrupção e dificuldades económicas resultantes do confinamento. Israel entrou num segundo período de isolamento nacional devido a um ressurgimento do número de novos casos que força os cidadãos a permanecer em casa durante a época alta das férias judaicas REUTERS/Ronen Zvulun
Manifestantes israelitas protestam, em Jerusalém, contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu devido à alegada corrupção e dificuldades económicas resultantes do confinamento. Israel entrou num segundo período de isolamento nacional devido a um ressurgimento do número de novos casos que força os cidadãos a permanecer em casa durante a época alta das férias judaicas
Manifestantes israelitas protestam, em Jerusalém, contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu devido à alegada corrupção e dificuldades económicas resultantes do confinamento. Israel entrou num segundo período de isolamento nacional devido a um ressurgimento do número de novos casos que força os cidadãos a permanecer em casa durante a época alta das férias judaicas REUTERS/Ronen Zvulun
Manifestantes israelitas protestam, em Jerusalém, contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu devido à alegada corrupção e dificuldades económicas resultantes do confinamento. Israel entrou num segundo período de isolamento nacional devido a um ressurgimento do número de novos casos que força os cidadãos a permanecer em casa durante a época alta das férias judaicas
Manifestantes israelitas protestam, em Jerusalém, contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu devido à alegada corrupção e dificuldades económicas resultantes do confinamento. Israel entrou num segundo período de isolamento nacional devido a um ressurgimento do número de novos casos que força os cidadãos a permanecer em casa durante a época alta das férias judaicas REUTERS/Ronen Zvulun
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