Morreu Maria Velho da Costa, escritora que revolucionou a ficção portuguesa

Co-autora, juntamente com Maria Teresa Horta e Maria Isabel Barreno, das Novas Cartas Portuguesas, obra que lhes valeu um mediático processo judicial antes do 25 de Abril, foi uma das maiores renovadoras da prosa em português do século XX. Tinha 81 anos.

premio-camoes,premio-ape,maria-teresa-horta,literatura,culturaipsilon,livros,
Fotogaleria
Rui Gaudêncio
premio-camoes,premio-ape,maria-teresa-horta,literatura,culturaipsilon,livros,
Fotogaleria
Cláudia Andrade
premio-camoes,premio-ape,maria-teresa-horta,literatura,culturaipsilon,livros,
Fotogaleria
Cláudia Andrade
premio-camoes,premio-ape,maria-teresa-horta,literatura,culturaipsilon,livros,
Fotogaleria
Cláudia Andrade
Fotogaleria
Rui Gaudêncio
Fotogaleria
Rui Gaudêncio
Fotogaleria
Rui Gaudêncio

A escritora Maria Velho da Costa, Prémio Camões em 2002, morreu este sábado, aos 81 anos, disse à agência Lusa a realizadora Margarida Gil, amiga da família. Mas, como dizia a escritora e professora Yvette Centeno ao PÚBLICO, em 2001, sobre esta que foi uma das maiores renovadoras da prosa portuguesa do século XX, “haverá sempre leitores para a Maria Velho da Costa”: “A língua portuguesa passa por ela e não fica incólume.”