Fugas

As pirâmides esquecidas do Sudão

Mais pequenas mas em maior número do que no Egipto, o Sudão conta com as suas pirâmides para se tornar um destino turístico.

O deserto à volta dos cemitérios reais das pirâmides em Meroé, no estado do Rio Nilo Reuters/MOHAMED NURELDIN ABDALLAH
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O deserto à volta dos cemitérios reais das pirâmides em Meroé, no estado do Rio Nilo Reuters/MOHAMED NURELDIN ABDALLAH

O Sudão tem mais pirâmides do que o Egipto, embora mais pequenas, mas atrai muito menos visitantes: em 2018 registou 700 mil turistas, quando os vizinhos egípcios conseguiram 10 milhões.

Guerras e crises, dificuldades com os vistos e a falta de infra-estruturas básicas como estradas e hóteis tornam o Sudão um destino turístico improvável. Mas o novo governo está a trabalhar para atrair mais visitantes recorrendo a património como as pirâmides da antiga Núbia.




 

As pirâmides em Meroé, no estado do Rio Nilo, na região da antiga Núbia
As pirâmides em Meroé, no estado do Rio Nilo, na região da antiga Núbia Reuters/MOHAMED NURELDIN ABDALLAH
As pirâmides em Meroé, no estado do Rio Nilo
As pirâmides em Meroé, no estado do Rio Nilo Reuters/MOHAMED NURELDIN ABDALLAH
Um turista junto às pirâmides
Um turista junto às pirâmides Reuters/MOHAMED NURELDIN ABDALLAH
Um guia turístico no local, considerado Património da Humanidade pela UNESCO
Um guia turístico no local, considerado Património da Humanidade pela UNESCO Reuters/MOHAMED NURELDIN ABDALLAH
Reuters/MOHAMED NURELDIN ABDALLAH
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