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Mortes no mundo ligadas ao VIH/sida caem quase metade em 12 anos

Em 2016, morreram um milhão de pessoas com problemas ligados à infecção.

O laço vermelho, símbolo da luta contra a doença
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O laço vermelho, símbolo da luta contra a doença Reuters/MARKO DJURICA

Um milhão de pessoas morreu devido a problemas ligados ao VIH/sida em 2016, o que significa quase metade das mortes em relação ao que acontecia em 2005, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgados nesta quinta-feira.

O documento da ONUSIDA – organismo sob alçada da ONU que se dedica a esta doença – considera que foi atingido um “ponto de viragem”, com mais de metade dos doentes no mundo em tratamento e com uma contínua diminuição das novas infecções por VIH/sida.

“O número de mortes ligados ao VIH/sida caiu de 1,9 milhões em 2005 para um milhão em 2016”, frisa a coordenação do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o VIH/sida, numa nota ao relatório mais recente acerca da infecção no mundo.

O relatório é divulgado antes da abertura, no domingo, em Paris, de uma conferência internacional sobre a doença.

A diminuição do número de mortes é atribuída fundamentalmente a uma melhor difusão dos tratamentos com antirretrovirais.

Aliás, o número de seropositivos com acesso a tratamento antirretroviral em todo o mundo superou, em 2016, os 50%, o que ocorre pela primeira vez desde o início da epidemia.

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