Obama confirma "aliança eterna" à chegada a Israel

Presidente dos Estados Unidos inicia visita de três dias a Israel e à Cisjordânia.

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Obama e Netanyahu não mantêm a melhor das relações JACK GUEZ/AFP

“Vejo esta visita como uma oportunidade para reafirmar a ligação inquebrável entre as nossas nações, para declarar o firme compromisso da América com a segurança de Israel e para falar directamente ao povo de Israel e aos seus vizinhos”, explicou Obama, que foi recebido pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o Presidente Shimon Peres.

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“Vejo esta visita como uma oportunidade para reafirmar a ligação inquebrável entre as nossas nações, para declarar o firme compromisso da América com a segurança de Israel e para falar directamente ao povo de Israel e aos seus vizinhos”, explicou Obama, que foi recebido pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o Presidente Shimon Peres.

O Presidente norte-americano, que foi alvo de críticas por não ter visitado Israel durante o seu primeiro mandato na Casa Branca, sublinhou que a aliança entre os dois países “é eterna, é para sempre”.

E mesmo sem trazer na bagagem nenhuma proposta para ultrapassar o impasse em que caíram as negociações de paz israelo-palestinianas, suspensas desde 2010, Obama exprimiu o seu desejo de ver “a paz de volta à Terra Santa”. “Mesmo conscientes das dificuldades, nunca desistimos da nossa visão de Israel em paz com os seus vizinhos”, referiu.

Pelo seu lado, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que acabou de ver empossado o seu novo executivo, agradeceu o apoio dos Estados Unidos “neste momento de mudanças históricas no Médio Oriente”.

“Obrigado por afirmar inequivocamente o direito soberano de Israel a defender-se de qualquer ameaça”, sublinhou Netanyahu, que explicou pessoalmente a Obama o funcionamento do sistema de defesa anti míssil Iron Dome, que foi financiado pelos Estados Unidos.