Dezasseis anos depois do 11 de Setembro, o Afeganistão “caminha a passos largos para deixar de ser um Estado em falência e passar a ser um Estado falhado”.

  • Dezasseis anos depois do 11 de Setembro, o Afeganistão “caminha a passos largos para deixar de ser um Estado em falência e passar a ser um Estado falhado”.

  • Entre os 35 migrantes, sete são crianças e dez são mulheres. São provenientes do Iraque, da Síria e da Palestina.

  • Sargento, vigiado há um ano por agentes infiltrados do FBI, jurou lealdade ao líder dos jihadistas e comprou drone que acreditava que seria enviado para o grupo radical.

  • Observatório Sírio dos Direitos Humanos corrobora informação divulgada por uma televisão iraquiana. Jihadistas terão finalmente ordens para falar da perda do líder, um dia depois da queda de Mossul.

  • É importante? É, para as populações e para o curto prazo da geoestratégia no Iraque. Muda alguma coisa? Não, não muda absolutamente nada.

  • O modelo federal arquitectado pela ocupação americana, sob a base de uma partilha de poder entre sunitas, xiitas e curdos, colapsou e sem um inimigo único a violência sectária ameaça reacender-se.

  • Últimos combates ainda decorriam quando chefe do Governo chegou para celebrar a "vitória" sobre os jihadistas. ONU calcula que sejam precisos mil milhões de dólares para reparar infra-estruturas básicas.