China vê nos pedidos de travão à IA tentativa de imposição de “manual da Guerra Fria”
A China acusa os EUA de usarem os apelos ao abrandamento da inteligência artificial como pretexto para travar o avanço tecnológico de Pequim.
O Diário do Povo e o Global Times, órgãos estatais chineses, criticaram as posições de Dário Amodei, da Anthropic, Sam Altman, da OpenAI, e Elon Musk, da xAI, que defendem maior controlo sobre modelos de IA capazes de se auto-aperfeiçoarem.
Pequim considera que a proposta equivale a um "manual de Guerra Fria" destinado a preservar a hegemonia norte-americana e a excluir a China da governação global da IA.
O ministro chinês da Segurança do Estado acusa "forças hostis" de usarem a IA para travar uma guerra cognitiva contra Pequim.
A visita de Xi Jinping à Casa Branca, marcada para dia 24, deverá incluir o tema, sem que se esperem acordos concretos.
O próprio Donald Trump rejeitou os apelos das empresas tecnológicas, afirmando que o único mecanismo de controlo necessário é "um Presidente forte e inteligente".
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