Negócios, compras, fusões: “Portugal só será respeitado lá fora se tiver escala”

Rumores e confidencialidade fazem parte do mundo do vinho. Mesmo assim tentámos perceber o que se está a passar. Pelos vistos, Portugal precisa de reforçar a dimensão das empresas.

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Portugal precisa de reforçar a dimensão das empresas Nelson Garrido

O grupo Rolliier cresceu para o Douro com a compra de duas quintas, a família Symington estendeu-se para a região dos Verdes, o grupo Terras & Terroir continua à procura de quintas com vocação enoturística no Algarve, Trás-os-Montes e Vinhos Verdes e inaugura até ao final do ano o Hotel Barrilário, em Armamar, instalado numa quinta com 14 hectares de vinha, a Quinta do Vallado alienou 50% do seu capital, a Fladgate Partnership entrou na Bairrada e nos Verdes, o projecto Menin não põe de parte o Dão e o Grupo Mello, a partir da Ravasqueira, chega ao Douro e aos Verdes, prepara novas operações para as regiões de Lisboa e Alentejo e, de caminho, anuncia que a Winestone estará no top três do negócio em Portugal daqui por seis anos. Assim mesmo, em grande.

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