Viseu: Semanário Jornal do Centro recupera edição em papel

O regresso do semanário regional às bancas acontece já na próxima semana.

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Jornal do Centro de regresso às bancas nesta semana Joana Goncalves

O Jornal do Centro vai regressar à sua publicação impressa em 10 de Agosto, disse à agência Lusa a directora do semanário fundado em 2002 e que suspendeu a edição em papel em 2020.

"Queremos que este seja o jornal de todas as sextas-feiras. Queremos que, ao descobri-lo, o leitor fique também informado sobre o que se passa à sua volta. Queremos que leia devagar", sublinhou Sandra Rodrigues.

A directora do semanário, com sede em Viseu e que manterá a edição online, assumiu também que quer dar "prioridade à opinião sustentada, aos testemunhos clarividentes e à informação rigorosa" e "intervir, progredir e dar voz à região de Viseu".

Neste "novo começo", como salientou, a missão "mantém-se, desde que foi criado em 2002, a de informar", e, para isso, a edição em papel regressa na quinta-feira (dia em que a Feira de São Mateus inaugura a sua edição deste ano), com "grandes entrevistas, reportagens, infografias, cultura, desporto, história e o prazer de viver".

"Tudo isto numa edição com 40 páginas onde [o leitor] vai poder encontrar também as agendas e as utilidades para estar sempre informado. Daremos destaque aos suplementos temáticos (o primeiro dedicado à Feira de São Mateus) para enriquecer o conhecimento", realçou.

Além da publicação do suplemento sobre o evento, a pretexto desta primeira edição está previsto também "um programa especial", com convidados, para dar a conhecer a nova edição.

"Sentimos a necessidade de voltar às bancas, quer pelo apelo dos nossos leitores que nos acompanham diariamente, quer pelo contributo que acredito ser necessário para a qualificação desta região", frisou, por seu lado, o administrador do jornal, João Cotta.

Já antes, em 2013, o Jornal do Centro, que pretende valorizar a cobertura de acontecimentos dos 24 concelhos do distrito de Viseu sem deixar de dar atenção aos assuntos nacionais, tinha estado quase um mês ausente das bancas na sequência da mudança de proprietários. com PÚBLICO