Vamos mesmo falar de arquivos?

Houve migração para digital, à medida dos nossos recursos, desde 1997. E com a migração intensiva em curso, a hipótese de digitalizações avulsas fora da Cinemateca não é credível.

No rescaldo do seu trabalho para a série Despojos de Guerra e o documentário Daniel e Daniela, Sofia Pinto Coelho (S.P.C.) manifestou aqui o seu descontentamento sobre as condições de acesso às imagens de arquivo (Os Porteiros da História, 18.11.2022), em artigo que, mencionando de passagem a RTP, é sobretudo um retrato desolador do braço de conservação da Cinemateca (Arquivo Nacional das Imagens em Movimento-ANIM).

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