Perante a tempestade perfeita, manter a estratégia de redução acelerada da dívida pública?

O impacto de um corte de talvez 4%-5% no rendimento real da generalidade das famílias, que acresce a anos de perda de rendimento real, será muito significativo.

O Governo de Portugal enfrenta o enquadramento macroeconómico mais complexo das últimas décadas. Infelizmente, limita-se a seguir a estratégia orçamental adotada desde o desastroso resgate da troika: pouca vida há para além do défice e da dívida, variáveis que são marteladas de forma simplista em tabelas do Excel para atingir objetivos numa outra vida que não a terrena.

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