Sobre a noite passada: a fórmula The Crown, de saltos no tempo e elenco, resulta em House of the Dragon?

The Princess and the Queen é um episódio em que muito muda e tudo acontece depressa. Isto não é A Guerra dos Tronos, nem é 2011; esta é House of the Dragon: Uma História Guerra dos Tronos, ou qualquer coisa parecida com o que se faz com um franchise num tempo mais acelerado.

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Olivia Cooke e Emma D'Arcy em "House of the Dragon" HBO

O showrunner da série House of the Dragon acha que esta sua “temporada um cozinha em lume brando”. Mas o sexto episódio, The Princess and the Queen, estreado segunda-feira na HBO Max, faz um salto de dez anos na intriga e altera quatro actores — e isto depois de a primeira metade da temporada ter tido outros saltos de meses ou anos de episódio para episódio. As audiências da série continuam a subir (uma média de 29 milhões por episódio, nos EUA) e o público e a crítica dividem-se na experiência. É que isto não é A Guerra dos Tronos, nem a televisão está em 2011 quando Tronos se estreou — estes são os tempos da rápida e numerosa concorrência do streaming e esta é House of the Dragon: Uma História Guerra dos Tronos. Ou qualquer coisa parecida com o que outro franchise pop, Star Wars, fez com os seus derivados.

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