“Secretas” portuguesas identificaram jovens radicalizados no jihadismo

Relatório Anual de Segurança Interna relativo a 2021 dá igualmente conta de que a criminalidade geral subiu 0,9%, mas o registo de crimes violentos e graves desceu 6,9%.

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A crise pandémica impulsionou um consumo intensivo de propaganda jihadista a nível global DAMIR SAGOlJ/REUTERS

O Serviço de Informação e Segurança, vulgarmente conhecido como as “secretas” portuguesas, sinalizaram no ano passado no país jovens que durante o período de confinamento desenvolveram processos de radicalização online, através de propaganda jihadista. Isso mesmo é referido no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) relativo a 2021, divulgado esta quarta-feira, após uma reunião do Conselho Superior de Segurança Interna, onde o documento foi analisado.

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