Futebol: o estado do silêncio

Para uma sociedade cada vez mais exigente no combate à corrupção, é de uma enorme hipocrisia que seja tão muda a conviver com o que se passa no futebol.

A última assembleia geral do Bayern Munique, no final do mês passado, foi tumultuosa. Os trabalhos foram interrompidos por um grupo de sócios que exige discutir o fim da relação do clube com a Qatar Airways e que contesta as ligações ao país onde se vai realizar o próximo campeonato do mundo de futebol. O Bayern pode ter um registo imparável na Liga alemã, navegar à vontade na Champions, respirar saúde financeira, ser uma das maiores marcas desportivas do mundo e ainda há adeptos que exigem aos seus dirigentes que se preocupem com as violações dos direitos humanos...

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