As sondagens falharam? Não, desde que, como os “testes covid”, sejam lidas como “uma fotografia do momento”

As sondagens não falharam, a forma como são lidas é que está errada, sustentam os responsáveis das empresas de sondagens, para quem, descontadas as projecções feitas no próprio dia, as sondagens limitam-se a apontar tendências e não resultados. Mais não fosse porque não conseguem antecipar a votação dos indecisos nem a mobilização de última hora.

Foto
Fechados os resultados nas urnas, seguem-se as acusações quanto à fiabilidade das sondagens Sérgio Azenha (arquivo)

As críticas aos resultados das sondagens transformaram-se já num clássico do guião das campanhas e das noites eleitorais. “As sondagens são uma vigarice”, vociferou há uma semana o líder do PSD, Rui Rio, acusando as empresas de sondagens de serem “compradas”.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

As críticas aos resultados das sondagens transformaram-se já num clássico do guião das campanhas e das noites eleitorais. “As sondagens são uma vigarice”, vociferou há uma semana o líder do PSD, Rui Rio, acusando as empresas de sondagens de serem “compradas”.