Homicida de Bruno Candé recorreu de condenação por racismo e indemnização “excessiva” a filhos

A advogada que é presidente do conselho deontológico da Ordem dos Advogados recorreu por achar que “o mero preconceito” “não preenche o núcleo” do crime de ódio racial pelo que Evaristo Marinho foi condenado.

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DIOGO VENTURA

Evaristo Marinho, o homicida do actor Bruno Candé, condenado pelo Tribunal de Loures a 22 anos e seis meses de prisão pela morte do actor em Julho do ano passado, vai recorrer da sentença que qualificou o crime como motivado por ódio racial. 

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