Câmara promete travar expansão do aterro de Azambuja

Licenças de funcionamento do aterro foram renovadas pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional e pela Agência Portuguesa do Ambiente. População queixa-se de maus cheiros e riscos para a saúde pública.

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A Câmara de Azambuja garante, em informação distribuída esta semana à população, que “não permitirá a abertura de novas células” no aterro de resíduos não perigosos que funciona, há quatro anos, às portas da vila sede de concelho e que “está a envidar todos os esforços para que a célula que está em laboração feche o quanto antes”. A edilidade garante que “nunca irá permitir a abertura” de mais células e que a única em funcionamento estará a menos de 40 mil toneladas de resíduos de esgotar a sua capacidade.