Cluster das baterias nasce em Maio. “Portugal tem de ter produção”

Academia e Indústria juntam-se e defendem que Portugal tem de ter fábrica de baterias. Governo mantém silêncio sobre eventual fábrica da Volkswagen.

Foto

Fevereiro de 2011. O então primeiro-ministro português, José Sócrates, vai a Cacia (Aveiro) lançar a primeira pedra de uma fábrica de baterias eléctricas da Nissan. Dez meses depois, o fabricante nipónico cancela este investimento. Eram 156 milhões de euros, para fabricar 50 mil baterias numa nova unidade com 200 novos postos de trabalho. Para a Nissan, então presidido pelo português Carlos Tavares, afinal não era preciso uma quinta fábrica. Mantiveram-se as de França, Reino Unido, EUA e Japão. Portugal foi o sacrificado. 

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Fevereiro de 2011. O então primeiro-ministro português, José Sócrates, vai a Cacia (Aveiro) lançar a primeira pedra de uma fábrica de baterias eléctricas da Nissan. Dez meses depois, o fabricante nipónico cancela este investimento. Eram 156 milhões de euros, para fabricar 50 mil baterias numa nova unidade com 200 novos postos de trabalho. Para a Nissan, então presidido pelo português Carlos Tavares, afinal não era preciso uma quinta fábrica. Mantiveram-se as de França, Reino Unido, EUA e Japão. Portugal foi o sacrificado.