Entrevista
“Sinto que passei a maior parte da minha carreira a atacar o mito Cobain”
Charles R. Cross queixa-se do tempo. Está a chover sem parar há demasiado tempo e, mesmo alguém habituado ao mau tempo acha que está a ser demasiado. “23 dias seguidos de chuva. Tem sido intolerável. Um dia vou meter-me no avião e voar para Portugal para perceber o que é viver com luz e sol”, graceja. Charles R. Cross queixa-se do tempo quando, entrevista prolongada por bem mais tempo do que o previsto, se encaminha para o carro. A conversa com o Ípsilon continuará enquanto conduz. E é no momento em que se senta ao volante que o motivo da entrevista ganha contornos de assombrosa (ou assombrada) realidade.
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