Gonçalo Leite Velho: “Reitores boicotaram o programa de emprego científico”

Presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior (Snesup), Gonçalo Leite Velho, responsabiliza os responsáveis das instituições do ensino superior pelas dificuldades colocadas à contratação de investigadores e diz que está por provar que os 5000 contratos assinados nos últimos quatro anos signifiquem uma melhoria em relação a anteriores legislaturas.

Foto
Gonçalo leite Velho Ana Costa

A “manta curta” com que Governo e instituições de ensino superior se comprometeram para os próximos quatro anos, através do contrato de legislatura, vai servir para “justificar os abusos de poder” nas universidades e politécnicos, acusa Gonçalo Leite Velho, que desde 2016 preside ao Sindicato Nacional do Ensino Superior (Snesup), uma estrutura independente que agrupa cerca de 4000 docentes e investigadores. O também professor da Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Tomar não poupa nas críticas aos responsáveis das instituições, que acusa de fazerem uma gestão “autocrática” do sector. 

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

A “manta curta” com que Governo e instituições de ensino superior se comprometeram para os próximos quatro anos, através do contrato de legislatura, vai servir para “justificar os abusos de poder” nas universidades e politécnicos, acusa Gonçalo Leite Velho, que desde 2016 preside ao Sindicato Nacional do Ensino Superior (Snesup), uma estrutura independente que agrupa cerca de 4000 docentes e investigadores. O também professor da Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Tomar não poupa nas críticas aos responsáveis das instituições, que acusa de fazerem uma gestão “autocrática” do sector.