Um “realismo que não recua”: a ficção de Jorge de Sena

A obra de Jorge de Sena, que consabidamente se reconhecia (e, sobretudo, queria ser reconhecido) como poeta, dá testemunho de que o engenho versátil do autor não resistiu à tentação da narrativa

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Na sua desmesura quase inabarcável, a obra de Jorge de Sena, que consabidamente se reconhecia (e, sobretudo, queria ser reconhecido) como poeta, dá testemunho de que o engenho versátil do autor não resistiu à tentação da narrativa, como atestam as suas reincidentes experimentações ficcionais sob vários formatos: conto, novela, romance.

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