“Brexit”: Rebelião em Westminster obriga Johnson a pedir adiamento e a recusá-lo ao mesmo tempo

Johnson suspendeu votação do acordo após Parlamento aprovar emenda a obrigar adiamento. Forçado por lei, primeiro-ministro envia carta (não assinada) a Bruxelas a pedir extensão da data para o divórcio, mas garante que “não vai negociar adiamento”. E marca nova votação para a semana.

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Os protagonistas da mais desconcertante e imaginativa novela política europeia das últimas décadas, voltaram a surpreender os espectadores, e o “supersábado” em Westminster, que se previa decisivo para o futuro do “Brexit”, acabou por trazer ao processo ainda mais pontos de interrogação aos (muitos) que já existiam. A aprovação de uma emenda ao acordo de saída do Reino Unido da União Europeia, que Boris Johnson ambicionava aprovar, levou o primeiro-ministro a suspender a votação ao documento que trouxe de Bruxelas, a recusar negociar o adiamento da saída, a enviar uma carta não assinada à UE a pedir esse adiamento e a reagendar a votação decisiva para a próxima semana.

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